Segundo informação da APCOR as exportações portuguesas de cortiça alcançaram um valor de 443,9 milhões de euros no 1º semestre de 2013.
Apesar do crescimento sentido na área das rolhas de cortiça de 2,08% (para 310 milhões de euros), a situação inversa ocorre nos produtos de cortiça com aplicação na àrea da construção que sofreram um recuo de 3,81% (para 119,6 milhões de euros), gerando desta forma um aumento global das nossas exportações de 0,55%.
Com excepção da Alemanha, onde as quedas dos materiais da construção têm um maior peso e por isso perdeu cerca de 8% em valor, os principais destinos das exportações mantêm-se em linha com o passado: França (20,7%), EUA (17,25%), Espanha (11%) e Itália (9,5%,).
Os números apesar de positivos demonstram um abrandamento do aumento das exportações quando comparados com o período 2010/2012 e vêm no seguimento da tendência já verificada no 1º trimestre de 2013. Recorde-se que no período de recuperação pós crise económica os aumentos foram de 10%, 6% e 4% respectivamente.

Para o Presidente da APCOR, João Rui Ferreira, “o contexto colocado ao sector deve merecer a atenção de todos os empresários. As adversidades são complexas e variadas, os nossos principais concorrentes na área vitivinícola estão muito activos e é fundamental reforçar as acções sectoriais junto dos mercados, sobretudo na área da comunicação, com destaque para a continuidade da campanha Intercork.”

E acrescenta “identificados os nossos principais concorrentes e ameaças nos diferentes mercados e nas diferentes aplicações de cortiça, é fundamental uma estratégia que vise recuperar quotas, recuperar valor acrescentado e para isto é cada vez mais evidente, que só com um espírito de parceria, coesão e solidariedade entre os diferentes agentes do sector corticeiro, nas diferentes áreas de actuação, isso será uma realidade.”

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