Notícia retirada do site “Boas Notícias” e que merece o meu destaque por ser mais um exemplo de como a sociedade civil pode e deve agir em defesa de um bem comum, e não ficar à espero que outros o façam:

Por iniciativa própria, uma estudante de Arquitetura Paisagista deslocou-se com alguns colegas até Idanha-a-Nova (Castelo Branco) e juntos procederam à plantação de 400 sobreiros, para evitar a morte daquela espécie na região, onde, em 2009, não foram aprovados quaisquer subsídios ou projetos destinados à reflorestação.

De acordo com o jornal A Reconquista, Catarina Castanho, aluna da Universidade de Évora, entrou em contacto com os docentes do Departamento Paisagístico e Ambiental da instituição e partiu para a ação com o professor Carlos Pinto Gomes e com outros sete alunos que aderiram à causa.

Atuando em Malhadas Velhas, uma localidade próxima da Barragem Marechal Carmona na freguesia de Proença-a-Velha, o grupo plantou no total,400 sobreiros e 200 arbustos pilriteiro, disponibilizados pela empresa Silvapor.

A aluna considera que esta ação representa “o que deveria ter sido feito pelo governo (aprovação dos planos de florestação) [e que] foi remediado por uma estudante, na tentativa de salvar o que sobrou deste acto inconsciente. Mais do que toda esta vontade de mostrar o que se passa no sector, tenho consciência de que todos falam e poucos fazem”.

Embora refira que o “que se passa no setor florestal do nosso país é uma vergonha”, Catarina elogia as iniciativas Limpar Portugal e Plantar Portugal e acrescenta que “se algumas iniciativas não partirem da população universitária é porque algo não está bem, pois quem está a aprender o que gosta, pensa e tem de certeza uma opinião, mas na verdade ninguém se dá onta de certos problemas da sociedade atual”.

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